No século 16, a Inglaterra comemorava o chamado “Domingo da maternidade” no quarto domingo da Quaresma. Nessa época, a maioria dos jovens de baixa renda da Inglaterra trabalhava como serva para a população rica e, como seu emprego ficava muito longe de suas casas, viviam na casa de seus empregadores.

No domingo das mães, eles tinham folga e eram encorajados a ir para casa, passar o dia com suas mães. Com a disseminação do cristianismo na Europa, o nome da comemoração mudou, e passou a honrar a “Mãe Igreja”, um poder espiritual que dava a vida e protegia a todos. Com o passar do tempo, as duas comemorações foram conjugadas e esse domingo passou a honrar tanto as mães como a Igreja.

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