Tudo começou em 8 de março de 1857, quando operárias de uma fábrica de tecidos de Nova York fizeram uma grande greve. Elas ocuparam o local para reivindicar melhores condições de trabalho. Foram reprimidas violentamente e trancadas no prédio, que foi incendiado. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas naquele dia, num ato totalmente desumano. Mas somente em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o dia 8 de março passaria a ser o ‘Dia Internacional da Mulher’, em homenagem às trabalhadoras mortas. A decisão foi reflexo da crescente inserção da mulher no mercado de trabalho ocidental, em frente à pressões por trabalhadores advindas da industrialização, que atingiria seu ápice na Segunda Guerra Mundial, frente a baixa de homens nas fábricas e postos de trabalho.

Em 1975, por meio de um decreto, a data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU). A proposta da data lembrar destas mulheres valentes que perderam a vida de forma tão bárbara lutando por seus direitos – de Hannah Arendt a Ayn Rand, de Olga Benário a Malala Yousafzai, as mulheres se tornaram símbolo na sociedade moderna como um grupo que conquistou inegavelmente seu espaço mesmo ante desafios tão grandes e de uma maneira delicada e permanente.

Após a decisão de instituir o Dia Internacional da Mulher, houve novo fôlego na luta pela isonomia de direitos e tratamento entre o sexo feminino; milhões de homens e mulheres sairiam as ruas em 1911 em protestos pelo direito delas de ter uma educação digna, de assumir postos públicos, pelo voto, pelo direito ao trabalho e tratamento igualitário. Em 1917 foi organizada uma das maiores marchas vistas durante a Rússia comunista (à época ainda não era União Soviética), onde mulheres marcharam nos centros das principais cidades pela “paz e pelo pão” frente à morte de 2 milhões de soldados na guerra entre comunistas e a escassez generalizada de comida no território russo.

Em novas marchas organizadas durante os primórdios da Segunda Guerra Mundial, sociólogos apontam as mulheres como percursoras dos movimentos que chamavam atenção para o genocídio de judeus, idosos, homossexuais, ciganos e afins nos territórios da Alemanha nazista e da União Soviética comunista/leninista. Flores eram jogadas em covas e grupos de mães e esposas faziam vigílias pelos corpos de seus familiares, mesmo frente ao perigo inerente destes espaços. Nesta época, a flor renasceria como símbolo de resistência e luta pela paz, muito antes do movimento hippie e do movimento feminista moderno ascender com suas rosas brancas nos anos 60.

Ofereça uma rosa às mulheres que trabalham fora, cuidam da casa, dos filhos e se dedicam totalmente à correria que a vida impõe.

E lembre-se que cada cor tem sua mensagem.

Rosas, lírios e orquídeas brancas simbolizam a pureza, a inocência. Amarelas transmitem alegria. Cor-de-rosa é oferecida como forma de agradecimento. E a rosa vermelha é o maior símbolo do amor.

Fonte: International Women’s Day e Lucia Damico, do jornal O Estado de S. Paulo.

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