Escolha flores com muitos botões, quanto maior o número de botões, maiores serão as chances do arranjo durar mais.

De forma geral, as espécies tropicais como estrelizias, helicônias, alpínias, cravos e copo-de-leite suportam melhor o clima brasileiro, resistindo por 10 a 15 dias após o corte. “A astromélia, o lisianto e o antúrio também podem durar por até quinze dias”, diz Greice Peralta, paisagista do Shopping Garden. Ela explica que a maioria das flores mais comercializadas nas floriculturas, como as gérberas e as rosas, dura apenas de três a cinco dias após o corte.

Em primeiro lugar deve-se retirar as plantas da embalagem que as envolve, o que nem sempre é feito justamente na expectativa de aumentar a proteção dos arranjos. “Manter a flor na embalagem plástica é um erro”, diz Marcos Brancher. Mantenha as flores em recipientes previamente desinfetados e com água limpa.

Uma prática fundamental para ajudar a tornar as flores menos perecíveis é fazer um corte de dois centímetros na base, em sentido longitudinal. Isso serve para aumentar a área de absorção de água pelas hastes. Mas, atenção: o corte deve ser feito com tesouras ou facas bem amoladas para não esmagar os tecidos das hastes, predispondo-as ao apodrecimento precoce.

Na maior parte das vezes, água limpa é tudo do que uma flor precisa para ficar bem. O recomendável é que o líquido do vaso seja trocado a cada dois dias ou sempre que começar a ficar turvo.

Também é possível “aditivar” a água, na tentativa de fortalecer a flor. Greice Peralta, do Shopping Garden, conta que uma opção é utilizar conservantes em pó ou líquido, à venda em floriculturas e lojas de jardinagem. Esses produtos atuam reduzindo a presença de microorganismos nocivos, aumentando a durabilidade da planta.

De – http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/noticias/redacao/2012/06/27/saiba-o-que-fazer-para-que-as-flores-durem-mais.htm

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