O pragmatismo que atingiu Cuba, com uma ditadura que gradualmente estende sua flexibilização econômica para manter o próprio poder e a já crescentemente frágil sustentação do regime, se refletiu no crescimento substancial de floriculturas operando sob o regime. Antes virtualmente inexistentes, as atuais floriculturas, ainda que pouquíssimas e presentes apenas nas maiores cidades, apostando num nicho e numa demanda reprimida desses presentes pelos numerosos cubanos que escaparam e vivem no exterior – especialmente nos Estados Unidos, em cidades como Miami e Tampa (FL).

Um dos reflexos desse ressurgimento dos floristas na ilha pôde ser presenciado em maio de 2014, com a primeira edição de uma feira de flores na cidade de Santiago de Cuba. Floristas de Havana, Granma, Guantanamo e a própria Santiago se reuniram na cidade para elaborar estratégias de vendas e marketing, e o desafio de como inserir a cultura das flores no país – algo bombardeado pelos últimos 60 anos como um resquício burguês desnecessário. Ademais, outro desafio deve ser o custo proibitivo das flores para a maioria da população, que vive de salários baixíssimos. De acordo com um florista de Havana, 98% de sua receita vem de pedidos do exterior, de famílias de cubanos espalhados pelos países da América, sendo 75% dos pedidos advindos dos Estados Unidos. “Esse cenário deve permanecer por algum tempo”, diz, ao ponderar os preços com a renda do cubano médio.

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Fonte: La Voz del Morro

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